Tornando o jogo possível

28 dez

Ok, então, eu estava pensando em um jogo gigante, que provavelmente ia precisar de horas de preparação do mestre, e seria um jogo para muitas sessões. A realidade é que nos grupos que conheço, e aparentemente na maioria dos grupos adultos, ter muito tempo para preparar jogos e, principalmente, conseguir manter grandes campanhas não são coisas fáceis, então, não quero que o Tabula Rasa se torne um grande elefante branco, um jogo que seria interessante, porém inviável de se jogar.

Mantendo a mesma proposta do jogo, personagens acordando perante o desconhecido, sem saber onde estão ou o que são, penso que já é uma forma perfeita para os jogadores não precisarem preparar nada, agora, seria apenas pensar em como levar isso ao mestre. Neste caso, estava pensando em tabelas mesmo para definir o cenário (dica do guilherme), como no fiasco, porém mais pro rumo das sementes do violentina, pra criar as definições do cenários e dos personagens. Também numa mecânica interessante que permita aos personagens ir descobrindo e revelando detalhes de si mesmo, ou sobre o cenário.

O jogo deveria então se resolver em uma sessão, com os personagens descobrindo ou não seus mistérios. O foco não esta apenas nas descobertas em si, mas também em lidar com a situação da ignorância, preciso sempre me lembrar disso.

Apesar de inspirar-me em jogos como violentina e fiasco, que são totalmente colaborativos e não tem mestre, neste caso, para guiar o jogo é praticamente certo que precisarei de um, já que o fato de grande parte do cenário não ser revelada de início, é preciso alguém para colocar a trama para andar, e desenrolar o jogo.

 

A princípio, estas são as ideias da reformulação do Tabula Rasa, assim, acho que o jogo fica mais jogável, mais possível de acontecer e mais atrativo, ele poderá te dar uma experiência de interpretação diferente, e mesmo assim te dar um jogo sem preparação.

O que acham?

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2 Respostas to “Tornando o jogo possível”

  1. Guilherme dezembro 29, 2011 às 1:58 pm #

    Cara, tá um pouco abstrato pra mim (até porque ainda não joguei o Fiasco). Preciso jogar para sentir, nem que seja um início de partida, só para se familiarizar com o andamento e sistemática do do jogo. Se fizermos isso, você pode de repente postar um “replay” aqui no blog…

    • thiagoess dezembro 29, 2011 às 10:11 pm #

      ainda é abstrato mesmo, ainda não existe um sistema conciso, por enquanto é só uma direção que o cenário vai tomar, vai pode ser randômico, como no fiasco, de forma que o jogo poderia ser jogado sem preparação

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